'Rise' é a terceira faixa da trilha de Eddie Vedder para Into the Wild (2007), e uma das peças mais propulsivas do álbum. A canção foi escrita por Vedder; a letra é de Vedder. A canção aparece no filme Into the Wild durante uma sequência onde Chris McCandless está em movimento pela paisagem americana, e o andamento e o registro emocional da canção combinam com aquele momento de impulso para frente.
A letra é uma das letras mais diretas de Vedder sobre a disciplina de recusar o desespero. O narrador se dirige ao ouvinte diretamente e enquadra a escolha de continuar se movendo como prática diária em vez de decisão única. A canção não comenta sobre como manter a prática; documenta a escolha e deixa o andamento da música carregar a energia.
O arranjo é uma das peças mais brilhantes de Into the Wild. O verso é construído sobre uma figura de bandolim dedilhada que Vedder toca sob seu próprio vocal; o refrão se abre num movimento harmônico mais amplo que deixa o andamento da canção subir. O timbre do bandolim dá à gravação uma sensibilidade distintamente folk-revival americano que a distingue do resto do material da trilha, predominantemente conduzido por violão. A canção é breve (menos de três minutos) e estruturada para energia sustentada em vez de liberação catártica.
Ao vivo, 'Rise' tem sido uma das canções mais tocadas nos shows solo de Vedder desde 2007. A canção funciona melhor como injeção de energia mid-set, onde seu andamento pode manter o impulso. Públicos de vários países respondem à canção com aquela espécie de atenção de cantar junto que o refrão convida, e Vedder tipicamente deixa o público carregar seções da canção sem solicitação.
Faixa de Vedder em Into the Wild (2007). A canção é manifesto curto sobre ressurgir.
A decisão tradutória central foi 'Gonna rise up / Turning mistakes into gold'. A alquimia central da letra: erros viram ouro. 'Vou subir / Transformando erros em ouro' devolve a transmutação.
'Burning black holes in dark memories' é a imagem mais oblíqua. Queimar buracos negros em memórias escuras. 'Queimando buracos negros em memórias escuras' preserva a violência aplicada à própria recordação.
'Throw down my ace in the hole' usa 'ace in the hole' (carta de copas guardada, jargão de pôquer). 'Joga meu ás na manga' devolve a expressão brasileira equivalente. 'In the hole' não tem tradução direta; 'na manga' é o vocabulário brasileiro pra carta guardada.
Em 6 de maio de 2014 no Citibank Hall, 'Rise' chegou no décimo sexto slot do show como a faixa de Into the Wild para a qual a estrutura da trilha constrói. O arranjo dedilhado de ukulele e a chamada do refrão para o movimento adiante ficaram suspensos sobre a sala com a modalidade de calor comunal que a narrativa da trilha convida.
Em 8 de maio de 2014 no Citibank Hall, 'Rise' chegou no décimo quinto slot do show.
Em 12 de maio de 2014 no Citibank Hall, 'Rise' chegou no décimo sétimo slot do show.
Em 28 de março de 2018 no Citibank Hall, 'Rise' chegou no décimo quinto slot do show.
Em 30 de março de 2018 no Citibank Hall, 'Rise' chegou no décimo sexto slot do show.